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A S.O.S. Vida reuniu uma plateia de convidados em Aracaju para ouvir sobre a experiência do Dr. Toshio Chiba na área de Cuidados Paliativos.

O evento, realizado no dia 7 de novembro, reuniu representantes de operadoras e profissionais da área de saúde, além da equipe multidisciplinar da empresa.

Toshio Chiba é médico geriatra e chefia o programa de Cuidados Paliativos no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e falou sobre a importância de discutir o tema.

“A sociedade precisa falar mais sobre cuidados paliativos para que esse conceito alcance mais pessoas. Precisa ser massificado, seja com os vizinhos, na igreja, não importa onde. A única certeza que temos é que vamos morrer, porém esse processo precisa ser bem conduzido, pois se não for pode vir a desestruturar uma família”.

Marta Simone, médica e gerente da filial da S.O.S. Vida em Aracaju, completa destacando sobre a real missão da medicina paliativa.

“Trabalhar com Cuidados Paliativos é entender sobre a importância e a necessidade de levar o conforto e qualidade de vida para pacientes que não têm mais possibilidade de cura, mas que merecem um fim de vida com dignidade”.

Toshio Chiba, Marta Simone, José Espiño e Luana Brandão

O jantar, promovido pela S.O.S. Vida, contou com cerca de 20 participantes, entre membros da equipe multidisciplinar da empresa e convidados. Foi uma oportunidade de integração para os profissionais da cidade, que elogiaram a iniciativa, como a representante da Cassi, Gilmara Machado: “A S.O.S. Vida faz isso de forma brilhante, sempre promovendo encontros com os profissionais da cidade, garantindo essa interação”. 

DESINFORMAÇÃO SOBRE O TEMA

Embora as primeiras iniciativas sobre Cuidados Paliativos no Brasil sejam dos anos 70, somente nos últimos 10 anos a prática começou a ganhar maior espaço nas instituições de saúde, sejam nos hospitais ou na Atenção Domiciliar (Home Care).

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), Cuidados Paliativos são indicados para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e familiares frente a problemas decorrentes de doenças que ameaçam a vida, e incluem a prevenção e o alívio do sofrimento por meio de identificação precoce, avaliação e tratamento da dor e de outros problemas físicos, psicossociais e espirituais.

Os protocolos de cuidado irão controlar os sintomas que possam causar desconforto no paciente como náusea, vômito, dor, fadiga, cansaço, depressão, ansiedade, sonolência, dispneia e mal-estar, proporcionando a ele a melhora na qualidade de vida e um processo de terminalidade digno.

Outro mito, segundo Marta Simone, é acreditar que Cuidados Paliativos aceleram a morte do paciente.  Existem dados, inclusive, que atestam que pacientes no programa podem até viver mais. O trabalho realizado pela equipe multidisciplinar promove cuidados que vão trazer mais conforto para os sintomas ligados ao quadro clínico, que resultam em mais qualidade de vida nessa fase, que podem ser de dias, meses ou até mesmo anos.

Luana Brandão, médica paliativista da S.O.S. Vida reforça o papel de envolver profissionais de saberes diferentes para oferecer um cuidado mais completo.

“Importante destacar que os cuidados paliativos devem ser realizados sempre por uma equipe multiprofissional, que inclui o médico, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, psicólogos e assistentes social. Essa é a equipe base que irá trabalhar tendo em mente o conforto da dor total, que inclui a física, social, emocional e espiritual, tanto do paciente quanto dos seus familiares no entorno, que também são impactados pelo processo de adoecimento”, acrescenta.

CUIDADOS PALIATIVOS NO HOME CARE

Diversos estudos indicam que a maioria dos pacientes, cerca de 70%, prefere morrer no domicílio. 

“O ambiente domiciliar é salutar para o paciente de fim de vida. É importante para ele estar em um ambiente aconchegante, onde ele se reconhece, reconhece o cheiro da comida, os cantos. Ir para casa muitas vezes é o grande desejo daquele paciente e da família, apesar dos receios. Mas para isso é preciso ter todo o apoio de uma equipe multidisciplinar, que possa tratar de suas necessidades físicas, sociais e espirituais”, completa a médica Alessandra Barretto, paliativista da S.O.S. Vida.

Mas para que isso ocorra de forma adequada, é preciso um serviço de Home Care para oferecer a estrutura necessária para controlar os sintomas característicos de doenças graves, já que seria impossível para a família realizar os cuidados sem esse suporte.

“Na Inglaterra, 54% das pessoas dizem que preferem morrer em casa. Mas isso não quer dizer que sempre seja possível atender a esse pedido, pois vai depender do grau de complexidade de cada caso. Quem faz cuidado paliativo precisa respeitar a autonomia dos indivíduos. Isso é fundamental”, alerta o dr. Toshio Chiba

PROGRAMA DE CUIDADOS PALIATIVOS DA S.O.S. VIDA

A S.O.S. Vida conta com um programa específico para pacientes com indicação para Cuidados Paliativos.  Entre os diferenciais do serviço estão a assistência personalizada, baseada em protocolos clínicos; o acompanhamento multiprofissional; a participação efetiva da família e cuidadores na assistência ao paciente; um controle rigoroso da dor e demais sintomas e um foco no paciente e não na doença.

O núcleo multiprofissional do programa inclui médicos, enfermeiras, psicólogas e assistentes sociais com formação na área.  Além disso, toda equipe que acompanha os pacientes em cuidados paliativos é treinada para que possam prestar um atendimento especializado e personalizado, baseado na humanização e segurança, pilares da S.O.S. Vida.

Recentemente, S.O.S. Vida tornou-se a primeira empresa de Home Care da América Latina a ter um programa de Cuidados Paliativos pela Joint Commission International.

Empresa Acreditada:

Joint Commission International (JCI)

Empresa afiliada:

Associação Nacional de Hospitais Privados Anahp

Empresa afiliada:

Nead

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