Conheça a S.O.S Vida
Apresentação / Vídeo Institucional Nossa Equipe Núcleo Científico Conceito Linhas de Pesquisa Orientação para Pesquisadores Produções Prata da Casa Artigos / Estudos Certificação de Qualidade
Home Care
O que é Home Care Fluxograma do Home Care Vantagens do Home Care Legislação Acreditação Perguntas Frequentes
Saiba Mais
Artigos Dicas Informativos Notícias
Contato
Ouvidoria Trabalhe Conosco Contato
30 DEZ 2019

Lidar com o diagnóstico de uma enfermidade é sempre difícil.  E a questão agrava-se quando o diagnóstico é de uma doença sem possibilidade de cura, o que traz inúmeras mudanças para o paciente e sua família.

Nesses casos, o convívio com a família e a socialização, mesmo que dentro das limitações impostas pela doença, pode trazer benefícios no bem-estar dos pacientes.  Cláudia Cruz,  psicóloga da S.O.S. Vida, falou para o Jornal A Tarde sobre os benefícios de festejar momentos especiais  – a exemplo do natal.

TIRANDO O FOCO DA DOENÇA

Além dos benefícios experimentados pelo paciente, de outro lado, estão também as vantagens para a família. Sair um pouco de uma rotina resumida aos cuidados do parente é muito importante para o bem-estar, diz Cláudia Cruz, psicóloga especialista em cuidados paliativos que acompanha Maria Angélica e sua família.

Segundo a profissional, quando se fala em comemoração, ainda existe certo tabu/preconceito envolvendo pessoas com diagnóstico de doença crônica ou em estágios mais avançados.

“Podemos ver tais momentos de confraternização como benéficos para todos. Pois o paciente está ali com seus parentes se comunicando de seu modo, e a família tira um pouco o foco da doença. Como a rotina dessas pessoas já é abalada pelo extenso cuidado que envolve aparelhagem pesada, entre outras questões, a celebração acaba sendo uma chance de voltar a rotina e garantir um momento de prazer”, explica a psicóloga.

No entanto, ela faz um alerta: seja no Natal ou em qualquer outra comemoração, é preciso ter atenção com o modo na qual é realizada a inserção em eventos, sobretudo nos momentos em que a casa estiver mais cheia. É crucial que a decisão passe, em primeiro lugar, pela vontade da pessoa doente.

“Não podemos dizer que serve para todos. É preciso ver a história de vida, ou seja, se a celebração era importante para o sujeito. Outro ponto é como ele se sente no momento, pois o adoecimento pode gerar um quadro depressivo e a pessoa não consegue confraternizar. Há também a saúde: pesar toda a mobilização com relação aos cuidados e aparelhagem para ver se a retirada do ambiente de home care causa dores ou desconfortos”, pondera.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO JORNAL A TARDE: DIAGNOSTICADA COM ELA, APOSENTADA SE DEDICA EM PROL DE UM NATAL COLETIVO
LEIA TAMBÉM: O MOMENTO ESPECIAL DE SILVANA
Empresa Acreditada:

Joint Commission International (JCI)

Empresa afiliada:

Associação Nacional de Hospitais Privados Anahp

Empresa afiliada:

Nead

NEWSLETTER
ONDE ESTAMOS
SALVADOR - BA
Av. Dom João VI, 152, Brotas, CEP: 40.285.001
Salvador - Bahia - Brasil
71 3277 8004
ARACAJU - SE
Rua Itabaiana, 952, São José, CEP: 49.015.110
Aracaju - Sergipe - Brasil
79 3712 7904
BRASÍLIA - DF
SHN Quadra 02, nº 87, Bloco F, Sala 818
Ed. Executive Office Tower – Asa Norte, CEP: 70.702.000
Brasília - Distrito Federal - Brasil
61 3771 5490
© Todos os Direitos Reservados - S.O.S VIDA