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19 MAIO 2020

A quarentena e o isolamento social impostos pela pandemia trouxeram impactos muitos grandes, abalando toda a dinâmica da sociedade.  Preocupações com saúde, educação e trabalho, por exemplo, desencadeiam reações diferentes em cada pessoa.

Marcela de Mingo, jornalista do Yahoo, conversou com Cláudia Cruz, psicóloga da S.O.S. Vida sobre pessoas que reagem negativamente às recomendações das autoridades sobre os cuidados com a saúde.

Confira o trecho que Cláudia Cruz fala sobre egoísmo, aceitação e resistência.

Psicóloga Cláudia Cruz

“Nenhum homem é uma ilha”, já diria o poeta John Donne. Porém, em tempos de quarentena de coronavírus parece que, sim, cada homem, mulher e criança, anda isolado em sua própria ilha particular, alheio a ideia de que as suas ações afetam muito mais do que seus próprios coqueiros e praias privativas.

Nas últimas duas semanas – e alcançando a marca de um mês desde o início da quarentena determinada por alguns estados brasileiros, como São Paulo, vimos a confusão da população sobre a necessidade do isolamento e do distanciamento social por conta do vírus Covid-19.

Acredite, a volta de aglomerações em alguns locais – na própria capital paulista, praças foram vistas cheias de pessoas e há notícias de estabelecimentos que voltaram a abrir -, mostram de forma clara como as pessoas ainda têm dificuldade em pensar no coletivo.

Segundo a psicóloga Cláudia Cruz as pessoas que são consideradas egoístas têm uma tendência a pensarem que as suas opiniões, gostos e escolhas são melhores para si e para os outros.

Dessa forma, desrespeitar uma ordem de distanciamento social e isolamento pode ser tanto fruto dessa natureza egoísta, quando de uma reação ao desconhecido: como a cultura brasileira é recheada de proximidade, viver o oposto disso parece absurdo e até difícil.

 “A preocupação é quando esse questionamento deixa de ser pela via da busca pelo entendimento/aceitação e passa a ser uma resistência à adesão às recomendações. Tal situação pode gerar conflito e um clima de insegurança”, diz.

O cenário parece desastroso, mas há uma saída. Para Cláudia, mudanças de postura são possíveis, já que passam pelo processo de aprendizado.

“Na infância, por exemplo, incorporamos hábitos, comportamentos bons ou ruins através da observação do comportamento das pessoas que convivemos. Neste sentido, o comportamento inadequado pode ser modificado desde que passe pela via da necessidade e desejo de quem o tem”, explica.

Ou seja, vemos aí um caminho para uma mudança que, a curto prazo, pode tornar a crise do coronavírus muito mais branda. Porém, há uma palavra chave a ser explorada: aprendizado.

Por fim, vale lembrar que a frase de John Donne, citada no começo deste texto, não acaba ali: “Nenhum homem é uma ilha, isolado em si mesmo; todos são parte de um todo”.

Leia a matéria completa no Yahoo: Durante o isolamento social, o que vemos é uma pandemia do egoísmo

Leia também: Os impactos do distanciamento e do isolamento social na saúde mental das pessoas
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