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18 JAN 2021

A preocupação dos médicos geriatras com a saúde dos pacientes idosos aumenta com a chegada do verão.

Isso porque, naturalmente, com o avançar da idade, os idosos passam a ter um declínio no volume de água na sua composição corporal, quando comparada a indivíduos mais jovens.

“A pele desse idoso é mais fina, portanto ela acaba perdendo mais líquido, ela desidrata mais facilmente e, a sensibilidade do idoso se torna menor para essa perda de líquido. Então a sede é algo que nós não podemos esperar nos pacientes idosos. Por isso, nós orientamos que as pessoas com mais de 60 anos ingiram a água durante o dia mesmo sem vontade” explica a geriatra Luana Brandão.

Em entrevista à Rádio Excelsior, a Dra. Luana Brandão falou mais sobre o assunto.

Ouça a entrevista completa.

Atenção com a alimentação

A alimentação adequada também é um aspecto que deve ser observado. A médica aconselha a ingestão de alimentos mais leves e com mais teor de líquido, como frutas e verduras, e reduzir o consumo de alimentos industrializados e gordurosos.

“Ficarem atentos a conservação dos alimentos, para evitar episódios de diarreia, vômito e mal-estar, que vai provocar uma menor hidratação e maior desidratação desse indivíduo. Orientamos também evitar o consumo de bebidas alcoólicas, muito café e chás diuréticos, porque tanto a bebida alcoólica, quanto o café são diuréticos, estimulam uma produção de urina maior, favorecendo esses episódios de desidratação”.

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Sinais de desidratação

A médica explica que, tanto a tonalidade quanto o odor da urina podem servir de indicadores da nossa hidratação. Se a urina estiver mais escura e com um odor mais fétido, isso pode indicar um processo de desidratação.

“A urina é um fator interessante para que nós possamos nos guiar em relação a nossa própria hidratação. Quanto mais clarinha a urina, mais provavelmente esse indivíduo está hidratado. A constipação é outro sinal de desidratação: quando nosso intestino está mais ressacado, nós também estamos mais ressecados, mais desidratados”.

Luana Brandão, geriatra

Outro aspecto que deve ser observado é a integridade da pele. Conforme Dra. Luana explica, a pele do idoso é, geralmente, mais fina, podendo apresentar coceiras, ressecamento e descamação, que também são sinais de desidratação.

“Precisamos olhar o nosso corpo, olhar o corpo daquele indivíduo idoso que está conosco, para que nós possamos perceber esses sinais de alerta que o nosso corpo promove” aconselha.

A profissional alerta também para os sinais extremos de desidratação, como sonolência, irritabilidade e confusão. Nesses casos, a recomendação é que se procure um médico para que o profissional avalie o quadro e recomende um tratamento.

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