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31 JUL 2020

A retomada das atividades econômicas em Salvador está iniciando, o que contribuirá com o aumento do fluxo de pessoas nas ruas, tornando a prática do distanciamento social mais complicada.

O processo de flexibilização das medidas restritivas e a reabertura do comércio não essencial foi iniciado pela prefeitura da cidade de Salvador. Contudo, para que esse processo ocorra de forma segura, é necessário que velhos hábitos sejam abandonados pois oferecem risco de contaminação.

Dr. Matheus Todt, infectologista da S.O.S. Vida, foi entrevistado pelo jornalista Daniel Aloísio, do Jornal Correio, e comentou sobre a retomada das atividades e dos riscos que precisam ser observados nesse momento de flexibilização.

Cada atividade oferece um grau de risco, que está diretamente ligado ao número de pessoas no mesmo ambiente e a necessidade do contato com superfícies. Quando maior for esses dois aspectos, maior será o risco de exposição e, consequentemente, de contaminação. Conforme explica Dr. Matheus.

“Os hábitos de reunião [presencial] deveriam ser os últimos a voltar. Colocar gente no mesmo ambiente fechado só tem menos perigo do que estar num show, onde as pessoas ficam bem próximas”.

Entrevista com o infectologista Matheus Todt no Correio sobre riscos de Covid-19

Seguindo essa mesma lógica, o infectologista reprova a ideia de redução da frota do transporte coletivo, uma vez que essa medida proporciona uma concentração maior de pessoas em um ambiente fechado e sem circulação.

“O argumento de reduzir o número de ônibus para as pessoas ficarem em casa não faz sentido. Se eu reduzo o transporte, é óbvio que vai aumentar a concentração de pessoas […]. Como eu posso permitir que um ônibus sem ventilação circule cheio de pessoas próximas umas das outras com uma doença que se transmite por contato?”, questiona o especialista.

Ele ainda argumenta que as atividades comerciais não essenciais deveriam ser as últimas a serem reestabelecidas.

“Seja no shopping ou na Avenida Sete, bater perna é ir em direção a um fluxo de pessoas e possíveis aglomerações, fora o perigo de colocar a mão num local contaminado e depois levá-la ao rosto”, aconselha Todt.

Riscos do Cotidiano

COVID-19: Os riscos associados a hábitos do cotidiano 1

Abaixo, segue uma lista de diversos hábitos do dia a dia e o perigo associado a cada um, segundo o infectologista Dr. Matheus Todt:

Pegar o transporte coletivo lotado

Risco: muito alto
Motivo: se uma doença se transmite por contato, como permitir que um ônibus sem ventilação adequada circule cheio de pessoas próximas umas das outras? 

Fazer refeições em praças de alimentação

Risco: alto  
Motivo: qualquer local que reúne pessoas comendo (sem máscaras) é um local de risco, pois tem contato entre as pessoas. 

Caminhar em ruas ou avenidas movimentadas

Risco: alto 
Motivo: tem o perigo da aglomeração, fora o risco de colocar a mão num local contaminado e depois levá-la ao rosto 

Fazer compras no shopping  

Risco: alto  
Motivo: não é tão fácil manter o controle de distanciamento e higienização nos grandes centros comerciais.   

Fazer compras em feiras

Risco: alto 
Motivo: Uma feira aberta precisa ter uma estrutura que garanta a quantidade limitada de pessoas e, mesmo assim, tem que ter cuidados na manipulação de mercadorias. As feiras e mercados abertos são atividades prioritárias, mas são locais perigosos, de risco elevado. É preciso usar máscara, álcool em gel antes e depois de manipular os objetos e reduzir a quantidade de pessoas no local.  

Ir para o interior ver a família 

Risco: alto 
Motivo: toda vez que há deslocamento é possível levar o vírus para o local de destino. É por isso que as viagens foram interrompidas logo no início, pelo perigo de levar o vírus para um local que não tem. O deslocamento tem que ser o absolutamente necessário, tanto o de ir para o interior, como o de voltar para a capital.

Ir ou participar de cultos ou rituais religiosos

Risco: alto
Motivo: colocar pessoas no mesmo ambiente só é menos perigoso do que um show, em que as pessoas ficam mais próximas ainda.

Participar de confraternizações na casa de amigos ou familiares

Risco: de moderado a alto.  
Motivo: é perigoso, pois é difícil controlar medidas de distanciamento num local onde as pessoas conversam e bebem.  Quanto maior a quantidade de pessoas na confraternização, mais elevado é o risco 

Fazer reuniões para assistir a competições esportivas

Risco: de moderado a alto.  
Motivo: se essa reunião for na rua, com poucas pessoas presentes e todos distanciados, o perigo cai. Quanto maior o espaço e o distanciamento, menor o risco. O problema é conseguir manter as medidas de segurança.  

Ir ao salão de beleza ou barbearia  

Risco: moderado 
Motivo: risco próximo ao de ir em um consultório médico. A pessoa vai ser atendida por alguém de máscara. Assim que ela sair, higieniza a superfície e evita que o cliente entre em contato com as superfícies. 

Correr na orla:

Risco: baixo 
Motivo: se não há aglomeração de pessoas na atividade física, existe uma relativa segurança, pois é um ambiente aberto. Se as pessoas usarem máscara e respeitarem a distância, não haverá problemas.  

Dar um mergulho no mar

Risco: baixo
Motivo: Não há registro de transmissão do coronavírus pela água. Se for dar um mergulho, sozinho, há segurança. Mas se aglomerar, o risco fica muito alto, as pessoas vão se contaminar mesmo com a máscara. É preciso lembrar, porém, que as praias continuam interditadas e serão analisadas em um protocolo à parte.

Ir para a casa de praia  

Risco: baixo. 
Motivo: se uma família está indo para uma casa própria, de veraneio, sem a chegada de nenhuma pessoa, está tudo bem. O problema é se for uma casa de aluguel, onde outras famílias já passaram. Aí tem que ter o cuidado com a higienização do espaço, pois não se sabe as condições da família que deixou o local.

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Velhos hábitos que oferecem perigo de contaminação

O que é seguro: comer acarajé no Rio Vermelho? Bater perna na Avenida Sete? Se reunir com a família para confraternizar? Subir a Colina Sagrada na sexta? Rodar o amalá para Xangô na quarta? Com a retomada das atividades na capital baiana se concretizando e o ‘#fiqueemcasa’ sendo cada vez menos posto em prática, os baianos estão se permitindo flexibilizar a quarentena e voltar a alguns hábitos.

Confira a matéria completa no site do Jornal Correio : Coronavírus – velhos hábitos que oferecem perigo de contaminação

Academias já preparam para retorno às atividades

COVID-19: Os riscos associados a hábitos do cotidiano 2

Alguns segmentos que não foram contemplados na fase inicial de flexibilização têm-se preparado, adotando medidas de segurança para estarem readequados quando as atividades forem retomadas.

As academias fazem parte desses segmentos, e algumas já estão se antecipando, adotando medidas de readequação visando a reabertura.

Apesar da animação com o possível avanço para a fase 2 do plano de retomada das atividades, é necessário estar atento aos riscos e cuidados necessários nesse novo cenário.

Dr. Matheus Todt, comentou sobre esse assunto em outra matéria do Correio. Para ele, a flexibilização que tem se observado em diversas cidades do país, inclusive em Salvador, é precoce. Segundo ele a abertura das academias representa um risco, bem como a reabertura de estabelecimentos não essenciais.

“Qualquer local que proporcione contato pessoa a pessoa aumenta o risco. Se disser que não tem perigo, é mentira. Mesmo seguindo os protocolos, o que se pode conseguir é uma diminuição do risco, e não a exclusão deste”, afirma o especialista.

Contudo, Dr. Matheus não acredita que o risco apresentado pelas academias seja maior que o risco apresentado por shoppings e mercados.

“Não existe uma quantificação de risco quanto a isso. Se eu pensar em uma academia por maior que seja, eu tenho como controlar quem entra lá e os cuidados que as pessoas vão tomar. Entre o shopping cheio e uma academia que realiza o controle de horário e quantidade de pessoas, o shopping é mais perigoso”, explica.

Uma vez reabertas, as pessoas que optarem por retornar às academias deverão ter muito cuidado com a higiene e atenção na prática do distanciamento social durante a realização das atividades físicas.

“As pessoas precisam ter muito cuidado com a higiene das mãos e dos aparelhos que vão entrar em contato. Usem o álcool em gel o tempo todo e não levem em hipótese alguma a mão ao rosto. Sem falar no distanciamento que ainda é muito válido”, afirma.

Leia a matéria completa no Correio: Academias já preparam a volta da malhação
COVID-19: Os riscos associados a hábitos do cotidiano 3

Semana do Cuidado na Atenção Domiciliar

Dr. Matheus Todt participou da live “Gripe, Resfriado e Covid-19: Sintomas e Cuidados” na Semana do Cuidado realizado no dia 16/07.

Confira a palestra completa.

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