fbpx Andador adaptado melhora a mobilidade de paciente | S.O.S Vida - Inovando em Saúde
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17 FEV 2021

Um andador adaptado está fazendo com que a pequena V. M., de 2 anos, consiga se deslocar pela casa e interagir mais com o ambiente, mesmo com suas limitações de mobilidade.

A criança, que é atendida pela equipe multidisciplinar da S.O.S. de Aracaju, tem uma síndrome chamada displasia tanatofórica tipo 1, que compromete seu crescimento e repercute em outras funções do organismo. Os órgãos internos crescem, mas a estatura não acompanha, o que a torna dependente de ventilação mecânica.

A solução de mobilidade foi sugerida pela fisioterapeuta da S.O.S. Vida, Gislaine Rocha, que acompanha a criança desde que ela tem 4 meses. A profissional conta que graças à fisioterapia e terapia ocupacional, a menina evoluiu bastante a parte motora, passando a pegar objetos, a rodar de um lado para o outro sozinha e a movimentar a cabeça e as pernas.

displasia tanatofórica tipo 1

Como ela estava ficando mais ativa, Gislaine teve a ideia de fazer um andador adaptado para a menina com o objetivo de treinar a marcha até ela conseguir caminhar sozinha.

“O equipamento não sustenta a cabeça, mas o andador permite que ela ganhe força nas pernas”, diz a especialista, acrescentando que teve todo o apoio da família para a iniciativa.

O equipamento tinha que ser leve para a criança empurrar sozinha. Gislaine pesquisou o material e a mãe comprou. A técnica de enfermagem que acompanha a criança, Gilda Meire, e seu marido Mateus
também participaram desse esforço. Como Mateus trabalha com madeira, ele ajudou a fazer os recortes e a colocar as rodinhas.

A pediatra da S.O.S. Vida, Bianca Costa, destaca que, como a menina é muito pequena, cerca de 50 centímetros de estatura, um andador normal não serviria.

Assim como a roupa e o sapato é adaptado, o andador também precisou ser criado, permitindo que ela saia da postura deitada e tenha mais contato com os irmãos. Dra. Bianca destaca que a criança já superou a idade prevista na literatura médica, que prevê a morte nos primeiros meses de vida.

A mãe, a bióloga Alzira Roberta Guimarães, está muito satisfeita com o resultado. Ela conta que a filha está interagindo mais depois da fisioterapia e dos cuidados da equipe multidisciplinar.

“Sem esse apoio da S.O.S. Vida não sei como seria. A começar que ela não estaria nem em casa conosco e sim no hospital”.

Alzira conta que a filha tem evoluído muito com o suporte do Home Care e também com o amor e apoio da família. Ela confirma o que diz a médica da S.O.S. Vida.

“Minha filha só faz contrariar os médicos, desde que nasceu”.

Ela conta que mantém contato com a mãe de uma criança de 11 anos, que vive nos Estados Unidos sem dispositivos de suporte. Ela diz que consultou um especialista que garantiu que essa síndrome deixou de ser fatal.

“Minha filha é uma alegria na casa. Eu costumo dizer que ela veio para cuidar da gente e não a gente para cuidar dela”.

Matéria do Informativo da S.O.S. Vida, fev/2021
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