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Evento aconteceu no dia 27 de março, e envolveu profissionais da saúde, hospitais e operadoras na discussão sobre assistência domiciliar

Assunto pouco conhecido ainda, porém cada vez mais necessário, a assistência domiciliar é uma alternativa para pacientes que apresentam quadro clínico estável, mas precisam dar continuidade ao tratamento médico.

Com o objetivo de ampliar o debate em torno do home care, a S.O.S.Vida realizou na noite do dia 27 de março, o I Encontro de Home Care. “Além de tornar nossa marca mais conhecida no mercado, esperamos, com o evento, incluir o home care no planejamento de assistência dos pacientes”, afirma Marta Simone de Sousa Oliveira, médica e gerente da unidade da empresa em Aracaju.

O encontro reuniu, numa mesa redonda, profissionais de saúde representando hospitais, operadoras e empresas de home care para uma ampla discussão que priorizou dois eixos: desospitalização segura do paciente e controles de infecção hospitalar e domiciliar.

Com o home care, o paciente tem a chance de continuar o tratamento em casa. Segundo Marta Simone, as principais vantagens são ficar perto da família, dentro do próprio lar, reduzir a taxa de infecção e os custos com o serviço médico-hospitalar.

Para João Augusto Alves de Oliveira, presidente do Sindicato dos Médicos de Sergipe, o evento se configura num fórum de discussão muito importante, pois mostra a possibilidade do atendimento extra-hospitalar. “Mesmo necessitando ainda dos cuidados de uma equipe de saúde, estar no ambiente familiar faz toda a diferença, pois contribui significativamente para a recuperação do paciente”, considera João, que é médico da Família.

DESOSPITALIZAÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO

A desospitalização é um procedimento muitas vezes necessário, uma vez que os hospitais são contaminados de bactérias e vírus. Mas ela deve ser feita de forma segura. O processo de desospitalização acontece quando o médico detecta que o paciente, apesar de necessitar de tratamento, pode recebê-lo no próprio domicílio.

“O médico entra em contato com o Serviço Social do hospital, que passa um relatório para o plano de saúde do paciente. As operadoras, então, pedem às empresas o orçamento do serviço de home care que será prestado e, em seguida, indica aquela que fará a assistência domiciliar”, explica o procedimento Marta Passo, médica geriatra.

Em casa, o paciente recebe cuidados, como medicação, ventilação mecânica, curativos, entre outros. De acordo com Marta Passo, os casos mais comuns que levam um doente ao home care são infecções urinária e respiratória, feridas pós-operatórias, necessidade crônica de respirador e até mesmo câncer em fase terminal.

Durante o evento, ela lembrou ainda que os planos de saúde não têm obrigação de liberar o serviço de home care, pois ele ainda é considerado como um benefício. Mas, como a assistência domiciliar favorece tanto hospitais quanto operadoras, o serviço vem sendo difundido.

Já com relação ao controle de infecção, a médica infectologista Áurea Paste abordou medidas de prevenção e de minimização da incidência ou da gravidade de doenças, comparando o controle de infecção hospitalar ao controle de infecção domiciliar. “Os pacientes internados em casa precisam de um ambiente limpo e seguro, da mesma forma que no hospital. As principais regras são a lavagem das mãos, a limpeza do quarto, além de não permitir a entrada de animais no local”, explica.

Embora venha sendo mais requisitado, o home care ainda enfrenta certas dificuldades no que se refere à família dos pacientes. “Além da autorização da operadora, é preciso que a família aceite aquele parente enfermo dentro de casa, com todo o aparato e cuidados que essa pessoa demanda”, ressalta Rosa Mérice, diretora Operacional do Hospital São Lucas.

Ela reconhece que a desospitalização implica na mudança da rotina familiar, na transformação da estrutura da casa e na necessidade de conviver com pessoas diferentes, porém o vínculo afetivo não pode ser esquecido. “Os familiares costumam delegar às operadoras não só o tratamento, mas também o cuidado com o paciente. Mas a atenção a ele é de responsabilidade da família”, afirma.

Por isso, o hospital também deve fomentar essa saída, fornecendo todas as informações para pacientes e familiares. Além disso, mesmo com grande capacidade instalada, precisa haver giro de leito, isto é, alguns pacientes devem sair para outros, com doenças agudas, entrarem.

“É uma realidade da qual não se pode mais fugir. O home care tem que acontecer, pois o custo é mais alto nos hospitais e a população está envelhecendo, o que demanda mais vagas dentro deles”, é o que pensa Levi Ramalho, enfermeiro da Assistência Multidisciplinar de Saúde da Petrobras, que, na palestra, tratou da desospitalização do ponto de vista das operadoras de saúde, abordando benefícios do atendimento ao paciente fora do hospital.

S.O.S.Vida – 5 anos em Aracaju

A S.O.S.Vida é uma empresa baiana que existe há mais de 25 anos em Salvador. Nasceu do desejo de implementar soluções inovadoras e humanizadas para o mercado de saúde.

Há cinco anos, a S.O.S.Vida chegava à Aracaju. E foi também para comemorar este aniversário que a empresa promoveu o I Encontro de Home Care. Na assistência domiciliar, a empresa é pioneira na Bahia. Além disso, foi a segunda do Brasil e primeira do Norte-Nordeste a conquistar certificação internacional de qualidade.

Com a internação domiciliar, a S.O.S.Vida proporciona aos pacientes tranqüilidade por estar em casa, além de um maior envolvimento da família no tratamento, o que favorece e até acelera o processo de recuperação.

A assistência segura e de qualidade da S.O.S.Vida conta com uma equipe multidisciplinar, formada por médicos, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem, psicólogos, fonoaudiólogos e farmacêuticos.

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